Blog do Duilio
 

Acidentes nas estradas

 
 

Acidentes nas estradas

Não é novidade o número de acidentes explodir no carnaval. Mesmo assim é sempre chato saber que algumas pessoas morreram e outras tantas ficaram feridas.

Apesar das estatísticas andarem dizendo que o número de mortos diminuiu depois da Lei Seca, parece que o álcool ainda é o grande vilão.

Na rodovia Regis Bitencourt é comum ver gente bebendo nos restaurantes e depois pegando a estrada.  Os donos de restaurante se orgulham em dizer que eles conseguiram derrubar a lei que proibia os restaurantes de servirem bebidas alcoólicas. Um orgulho meio macabro. 

Em nenhuma das vezes que peguei uma estrada, em um feriado prolongado, fiquei sem ver um acidente.

Não sei o que causou este acidente da foto, o motorista saiu do carro parecendo estar  bem. Não fui perguntar. O serviço de socorro  estava bem perto, chegou em minutos.

A grande vantagem das privatizações das estradas foi essa eficiência no socorro. Eles realmente chegam rápido e o pessoal é muito bem treinado. 

Escrito por Duilio Ferronato às 23h38

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A novela, capítulo 8 – encontros

 
 

A novela, capítulo 8 – encontros

Lá no casarão as pessoas contaram diferentes histórias sobre o atropelamento da Marialva. Ninguém nunca soube direito como aconteceu. As testemunhas sumiram e o culpado nunca foi preso. Uma das testemunhas anotou a placa, a policia chegou a ir falar com o dono do veiculo, mas ele disse que não era ele e ainda tinha um advogado daqueles que conseguem resolver qualquer coisa.

Mas a falta de informação nunca foi  motivo para impedir a falação. E o caso virou quase uma lenda dentro do casarão. Cada um contava uma versão. Chegaram até a dizer que ela tinha se atirado de cima do minhocão e caído sobre um carro. Outra versão estranha era de que um assaltante tinha tentado seqüestrar a Marialva para poder roubar o restaurante onde ela era gerente e que ela tinha conseguido fugir e foi atropelada pelo ladrão. Mas isso são conversas que a gente nunca vai ficar sabendo direito como aconteceu. Eu prefiro pensar que ela estava tão feliz, que estava tudo dando certo na vida dela e foi ela quem nem prestou atenção ao farol. Às vezes a gente fica tão feliz que esquece até de comer ou respirar. Deve ter sido o caso dela.

O Mel ficou atordoado. Não sabia o que fazer. Naquela época ele e a mãe já estavam morando em um quarto sozinhos. Ele tinha um pouco mais de 14 anos e o Thiago e o Rafael quase 22. O Thiago e mais 2 amigos resolveram mudar para o quarto do Mel e cuidar dele. Apesar de que ele nem precisava tanto assim de cuidados. Já ganhava seu próprio dinheiro, sabia cozinhar e ia para escola sem que ninguém mandasse. Aquela fase de mau aluno tinha passado totalmente. Agora ele era um bom aluno e queria estudar direito na USP.

O Rafael tinha voltado a ser amigo do Thiago. E se vocês ainda não perceberam a coincidência o Rafael era primo do Mel. E vou dizer mais ainda : eram muito parecidos fisicamente. Como pode a vida juntar assim duas pessoas que a principio nunca mais iriam se encontrar ? Parece coisa de novela.

O Rafael chegou a comentar na casa dele com a Yolanda e o pai sobre o caso do Mel e eles ouviram mas nem chegaram a pensar que houvesse qualquer ligação entre a Gilda, o Joel (que era o sobrinho da Yolanda que tinha engravidado da Gilda – atual Marialva) e o caso do menino orfão.

Mas como esta novela é muito cheia de casos inacreditáveis, aqui vai mais um :

O Rafael convidou os meninos do casarão para irem com ele para a praia. Naquela mesma casa onde os meninos ricos tinham sido presos com a maconha. E claro que todos aceitaram. Afinal ir de carro para a praia era coisa do outro mundo para eles. O Mel já tinha ido até Santos uma vez de van. Foi quase inesquecível, principalmente por causa dos apertos que passaram com a mecânica da van, que resolveu quebrar sem parar, mas a praia foi paixão imediata. Piscina na beira da praia era uma coisa que o Mel nem sabia que existia e quando chegaram na casa de praia do Rafael ele nem entendeu direito porque alguém iria querer ter uma piscina na frente da praia, mas bastou entrar pela primeira vez na piscina para ele entender direitinho porque as pessoas ricas queriam aquele privilégio.

Foi um fim de semana incrível até a hora em que a Yolanda e o marido chegaram de surpresa.

Tudo ia bem, a Yolanda estava de passagem. Ela estava indo para Ilha Bela para a casa de uma amiga e só tinha passado para ver como as coisas estavam. O Rafael não tinha dito para ela que iria levar os amigos pobres para lá, aliás ele nunca deixava ela saber direito que era muito amigo dos moradores do casarão. Ela só sabia que ele nunca tinha se separado do Thiago.

E o Mel apareceu na varanda e a Yolanda imediatamente reconheceu a figura do irmão e do sobrinho naquele menino. Não ficou nenhuma dúvida. Ela quase se desesperou e o marido dela também reconheceu que era muito parecido.

Ela perguntou de onde o Mel era e como chamava a mãe dele. Mas como o Mel nunca soube muito bem a verdadeira história da vida dele, não desconfiou de nada. E a Yolanda insistiu perguntando se Mel era apelido ou nome e ele disse que o nome dele era Joel, como o do pai dele que ele nunca tinha conhecido lá de Alagoas. Ela caiu no choro e o Mel e os outros meninos ficaram sem saber o que estava acontecendo. Afinal ela estava procurando esse menino há 15 anos e nunca tinha tido nenhuma pista. Tinha sido quase uma obsessão. O marido alertou a Yolanda que poderia ser só uma coincidência e ela ficou maluca. Ligou imediatamente para o coronel e disse que tinha encontrado o menino.

O coronel só pensava nesse menino, não tinha ficado sabendo da morte da Gilda, porque como só ela sabia o endereço da família, ninguém nunca foi avisado.

Mesmo com todo o descontrole a Yolanda resolveu não abrir o jogo para o Mel, mas contou para o Rafael toda história.

Na verdade verdadeira ela ficou feliz de resolver este caso, mas ao mesmo tempo ficou preocupada. O coronel, como vocês devem lembrar tinha 2 filhos e 2 filhas. O Joel, pai do Mel, tinha morrido cedo e o outro menino e uma das filhas tinham sido assassinados em uma briga política. Essa é uma história mais que cabeluda que terei que esclarecer numa outra hora. E a última filha do coronel era deficiente mental. A vida não foi muito doce para os descendentes do coronel. A única esperança do coronel seria encontrar esse menino, que na verdade ele nunca soube com certeza se seria menino ou menina. A mãe da Gilda já tinha dado pistas, mas mesmo ela não sabia direito. A mulher do coronel havia morrido de câncer há menos de 1 ano e a filha doente era cuidada por uma enfermeira o tempo todo.

O problema é que com tudo isso a Yolanda, o marido e o Rafael eram os únicos herdeiros do coronel, que nos últimos anos tinham enriquecido muito mais. Na verdade ele já era deputado e estava pensando em ser senador ou governador. A Yolanda, que era mais nova que o coronel, já tinha imaginado que o Rafael seria o único herdeiro do coronel.

Mesmo assim resolveu avisar o coronel. O coronel veio para São Paulo no mesmo dia. E a Yolanda providenciou para que o Rafael convidasse o Mel para ir jantar lá com eles.

O fim de semana dos meninos na praia continuou bem, mesmo depois da visita da Yolanda. O Mel desconfiou de alguma coisa, já que ele já sabia que a família do Rafael e a mãe dele eram da mesma região e que por todos os lados que ele andasse com o Rafael as pessoas sempre perguntavam se eles eram irmãos. Eram realmente muito parecidos.

O coronel tinha um coração de pedra que tinha sido amolecido com as perdas dos filhos e da mulher. Ele agora era todo melancolia e saudade de coisas que ele tinha deixado passar. Era quase uma certeza para ele que poderia recuperar tudo isso se encontrasse o neto perdido.

Nesse meio tempo a Yolanda já tinha ido investigar a vida da Marialva e  descobriu que na verdade a Marialva era o nome de uma prima da Gilda que ainda morava lá na fazenda, foi só forçar um pouquinho e a moça confessou que tinha emprestado a certidão de nascimento para a Gilda poder viajar e sumir. O mistério já estava resolvido. Mas o coronel não precisaria ficar sabendo de tudo agora. Ela já estava até um pouco arrependida de ter contado para o coronel sobre o menino.

O encontro aconteceu com tudo ensaiado : a Yolanda disse para o coronel não abrir o jogo com o Mel para que ele não  começasse a exigir coisas. Ela realmente acreditava que todo mundo pensava igual a ela. Não era o caso do Mel, que apesar de querer ficar rico, como qualquer um, não pretendia tirar nada de ninguém. Pelo menos, não por enquanto.

O coronel, apesar de não saber das confirmações, não teve nenhuma dúvida. Foi só olhar para o Mel e ter certeza. Ele era igualzinho ao filho dele. Não seria possível negar nada.

 

No próximo domingo eu conto como foi o encontro.

Escrito por Duilio Ferronato às 11h54

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10 coisas para esquecer

 
 

10 coisas para esquecer

 

 

O carnaval começa hoje e pelo que parece será um bom motivo para esquecermos alguns vexames do passado próximo.

Bem fiz uma listinha de 10 coisas que devem desaparecer das notícias nas próximas semanas, como se nada tivesse acontecido :

 

1 – o caso da Paraíba nem chegou a chocar muito, sai um Governador (meio suspeito), entra um senador (também suspeito) e no lugar do senador entra outro suspeito ! Esse Estado nunca foi meu favorito. Só escuto coisas estranhas vindas daquelas bandas. Quando a Paraíba vai começar a produzir boas notícias ?  Mas vamos esquecer de tudo isso e fingir que nada aconteceu.

        

2 – o caso da  moça na Suíça. Ela ter feito ou não, nem é lá tão significativo.  Já que brasileiros vivem aprontando dessas pelo mundo afora, mas a reação precipitada dos nossos representantes é que foi muito constrangedora.  Mas vamos esquecer de tudo isso também e fingir que nada aconteceu.

         

3 o caso do PMDB. Hum, esse os próprios coronéis do partido resolveram fingir que nada aconteceu. Alguns nomes pipocaram aqui e ali : Jarbas, Temer e Renan. Nomes já conhecidos de todos mas que nunca nada ficou provado contra eles e nunca nada será. Mas vamos esquecer de tudo isso e fingir que nada aconteceu. 

          

4 – teve aquele caso das merendas estragadas aqui em São Paulo. Uma vergonha tão vergonhosa que nem dá para admitir que tenha sido praticado de propósito por alguém. Mas parece que foi. Mas vamos esquecer de tudo isso e fingir que nada aconteceu.

          

5 – falando em escolas tem aquele caso de falta de lugar para os alunos sentarem em Maceió. Esse é outro Estado que eu não suporto o rumo político. As praias são lindas mas os políticos alagoanos são pura decepção. Mas vamos esquecer de tudo isso e fingir que nada aconteceu.

            

6 – as notícias vindas do Rio de Janeiro nunca são boas. Tem sempre confrontos, assaltos, crimes e algumas pitadas de corrupção. Essa é uma cidade que passou de cartão de vistas para constrangimento nacional. Mas vamos esquecer de tudo isso e fingir que nada aconteceu.

 

7 – O caso do castelo de Minas. Todo mundo já esqueceu. O próprio dono dele já tirou uns dias de folga e só volta depois do Carnaval. Então vamos esquecer de tudo isso e fingir que nada aconteceu.

 

8 – As notícias vindas de Porto Alegre têm esquentado. Acho que a Governadora, Yeda Crusis, não vai conseguir ficar fora das notícias mesmo depois desse alucinógeno que é o Carnaval.  Esse caso parece que vai precisar de mais um tempinho para ser esquecido, mas acho que não dura nem até a páscoa.

 

9 – As plantações de soja, que crescem sobre as áreas de preservação naqueles estados confusos do Centro e do Norte do país, é um assunto que anda meio esquecido. Então vamos esquecer de tudo isso e fingir que nada aconteceu.

 

10 e as demissões e a falta de dinheiro ? Hum, isso vai ser difícil de esquecer. Parece que a crise vai mesmo chegar aqui só depois do carnaval. Eu vou para o sítio e só volto quando o dinheiro acabar, que deve ser bem rápido. A fatura do cartão e as contas em aberto ?

Vamos esquecer de tudo isso e fingir que nada aconteceu!

Escrito por Duilio Ferronato às 12h09

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Tertúlia - Justo Hoje

 
 

Tertúlia - Justo Hoje

mais um migrante que caiu no golpe da gostosa

Escrito por Duilio Ferronato às 11h35

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Dia de feira

 
 

Dia de feira

Aqui perto da minha casa tem feira quase todos os dias. É uma das vantagens de se morar em um bairro antigo e com muita área residencial.

Mas a minha favorita é a de quarta-feira. É menor e tenho vários amigos lá.

O da barraca de laranja hoje guardou 1 dúzia para mim. Ele disse que percebeu que estava acabando e resolveu guardar algumas para os fregueses mais costumeiros. Fiquei bem surpreso. Nunca tinha conversado com ele. Nem pude falar nada.

A mulher do cheiro verde me adora. Eu sempre peço um maço pequeno de combinado de cebolinha, hortelã, salsinha, manjericão e bem pouquinho coentro. Mas ela faz um pacotão por R$ 1,00. Sempre tenho que dizer que é muito para mim e ela nem liga, embrulha e me dá aquele pacotão, que eu divido com a Jandira.

O peixeiro já vai me dando umas receita : este daqui com vinho, aquele ali com conhaque, este aqui na brasa...ele é cheio de receitas e eu sempre digo que experimentei e gostei. Na verdade uso várias das receitas dele. Ele me deu uma receita de sardinhas que fiz uma adaptação e ficou muito boa. Um dia ainda vou repetir.

A menina das rúculas  que é meio bobinha. Está sempre com cara de vegetal, mas o irmão dela é uma coisa dessas que a gente perde a noção do perigo. Acho que deve ser por isso que eles me olham meio de rabo de olho. Fico imaginando o que eles falam depois que eu saio  lançando um olhar de tiozinho babão para cima do moço.

O mamão está numa fase ótima. Tem em várias barracas e está barato. O tomate já foi melhor. Os melhores chegam a custar R$ 5,00 o quilo. Meio caro, acabo comprando um intermediário de R$ 2,50.

A carambola é indispensável. Gosto de carambola com salada, no suco ou pura. O preço estava muito bom hoje R$ 1,00 a bacia. Já comi 2.

As uvas. Delícia. São minha perdição. Como metade já na hora que chego em casa. É como jabuticaba, sempre que compro, como tudo e fico com dor de barriga. Não aprendo.

Pulei o pastel hoje, mas já estou com vontade de voltar lá e comer.

Escrito por Duilio Ferronato às 13h51

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3 peças bacanas

 
 

3 peças bacanas

A crise financeira mundial ainda não chegou afetar seriamente o Brasil, porque ninguém contou para os gringos que o ano aqui só começa depois do carnaval.

Então esta é certamente a última semana do ano passado. Depois teremos uns dias de turbulência com problemas nos aeroportos, rodoviárias e estradas para só daqui 15 dias, realmente a ficha cair e nós começarmos o ano. E como as coisas aqui chegam meio atrasadas ou nunca chegam, é capaz da crise nem aparecer por aqui.

Enquanto isso você deveria aproveitar a última semana e ir ao teatro ver uma dessas 3 peças :

 

Monólogo da Velha Apresentadora

Texto de Marcelo Mirisola, dirigido por Jô Kowalick e com a fofura do Alberto Guzik

Uma delícia de peça. A apresentadora está no meio de uma crise de nervos e resolve desabafar com a platéia. Diz tudo que quer dizer. Você vai descobrir o que um batom e uma peruca loira são capazes de fazer na cabeça de um homem com 60 anos de carreira no teatro.

 

Espaço dos Satyros 1 pça Roosevelt, 214 tel. 3258-6345  Quartas e quintas às 23h     classificação 12 anos   

 

Entre o Céu e a Terra

Um texto inspirado em conto de Machado de Assis onde  atores e músicos interagem com a projeção na tela. Uma experiência muito bacana com uma locação belíssima.

Direção de Sérgio de Carvalho com a Cia. do Latão e convidados.

 

Teatro Coletivo Fábrica rua da Consolação, 1623 tel. 3255 – 5922  só nos dias 18,19 e 20 às 21h.   classificação 14 anos.

 

 

VemVai – O Caminho dos Mortos

Um espetáculo muito sensorial. Cheiros, cores e muitos espaços para percorrer dentro do lugar. É uma dessas peças que não pode deixar de ser vista. E se você estiver sem dinheiro pode pagar bem pouquinho. A entrada é assim : pague quanto puder ou quiser.

O texto de Newton Moreno e direção de Cibele Forjaz com a Cia Livre.

 

Casa Livre – rua Pireus, 107  tel. 3257 – 6652  -  Qua. a sex.: 21h. Sáb.: 18h e 21h. Dom.: 17h e 20h. classificação 12 anos

Escrito por Duilio Ferronato às 22h28

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Só noticias de dar vergonha

 
 

Só noticias de dar vergonha

Hoje o jornal está uma desgraça. Só tem assuntos que nem deveriam existir mais nas primeiras páginas, mas infelizmente continuam a aparecer com freqüência.

A pior de todas veio da Venezuela : O Chavinho foi colocado no trono eterno. Sai o Fidel de Cuba e entra o Huguito na Venezuela.  Governante eterno é uma das coisas mais absurdas da humanidade. Nem dá para entender como ainda tem gente que acredita que um homem é capaz de ser rei, imperador ou ditador por toda a vida.

Vamos ter que engolir mais um ditador na América Latina por mais uns 20 anos ou mais. Espero que seja o último.

Para não ficar só nas notícias políticas teve a vergonhosa briga entre torcedores do Corinthians, do São Paulo e a Polícia. Já era uma guerra anunciada. Não se falava em outra coisa a não ser aquela história de só 10% dos ingressos para a torcida do Corinthians. Coisa que não pareceu justa mesmo. E até que não terminou tão mal assim. Não morreu ninguém até agora. Eu estava imaginando que hoje teríamos pelo menos uns 5 mortos, mas errei na previsão felizmente. Mas essa briga parece que ainda não acabou.

A outra notícia de dar vergonha é o fato de haver 3 seguranças privados para cada um público. É mais ou menos como era na idade média. O rei tinha que pedir ajuda dos barões ricos para poder enfrentar algum inimigo. Daqui algum tempo o Governo irá pedir ajuda das empresas de segurança para combater o crime organizado. Vocês devem lembrar que o deputado dono do castelo em Minas é dono de uma empresa de segurança.

Bem deve haver alguma notícia boa, mas o editor da capa do jornal esqueceu de colocar. Ainda vou conseguir entender porque os editores resolvem colocar só essas notícias vergonhosas justo na capa de segunda-feira, a semana já começa errada.

Escrito por Duilio Ferronato às 09h36

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Duilio Ferronato Duilio Ferronato, 46 anos. É arquiteto.

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