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MALA COM RODINHAS.
1 semana em Milão visitando a Feira Internacional de Design.

Dessa vez vou fazer um check list para não esquecer nada:
- passaporte / dinheiro / passagem OK -Passagem agora é só um código. Nem aquele papelzinho eles dão mais. Um dia tudo será código.
- meias e cuecas OK -Mas vou comprar algumas lá.
- Calças e camisas OK -E ainda vou comprar uma camisa italiana bem cara.
- Havainas OK -Para usar se o chão do banheiro for gelado.
- Camisetas e regatas OK -Tem que usar por baixo da camisa e para dormir. Eles desligam o aquecimento a noite.
- Blusas e casacos OK -Vou colocar no sol amanhã.
- Tênis OK -Tem que ser confortável, vou andar muito.
- Livro OK -Dono de livraria de aeroporto deve gostar de apagão aéreo.
- Câmera e Note Book OK -Com as baterias carregadas.
- Luvas e toca OK -Sempre tenho frio nas mãos e na cabeça.
- Pasta / escova / essas coisas OK -Não esquecer de levar o cortador de unha para não ter que roer.
Se mesmo assim eu ainda esquecer alguma coisa vou ficar muito puto.
Escrito por Duilio Ferronato às 20h01
ARACATI
Sabe aquela brisa que passa quando está um calor infernal ?
Ela chama Aracati.

Visitei o projeto www.aracati.org.br , é uma ONG que atua com políticas públicas. Um trabalho muito interessante e que já apresentou vários resultados positivos.
Eles publicaram o livro "FRUTOS DO BRASIL" para dar visibilidade a projetos de mobilização juvenil que estão funcionando.
O livro agora está esgotado, mas a ONG está procurando empresas parceiras para fazer mais uma tiragem do livro.
Eu fico trocendo para que um dia os jornais publiquem só esse tipo de notícia na primeira página. E deixem de publicar gente ferida, catastrofes, crise política e essas coisas horrorosas.
Será que se eles fizessem isso 1 vez por semana o jornal venderia menos ?
Escrito por Duilio Ferronato às 00h10
AGENDA.

cadarço laranja
o grande furo
300
o segredo
o homem provisório
era uma vez um rio
Escrito por Duilio Ferronato às 12h04
Escrito por Duilio Ferronato às 11h17
FOI AO CINEMA PARA CONVERSAR ?
Ouvir conversas na fila do cinema e do teatro é bem normal, mas ter que ficar ouvindo durante o filme e pior ainda: durante uma peça! É uma desgraça.

1 moça falando com um rapaz. - Você achou dinheiro na rua ? - Não, por quê ? - Me disseram que você não tem ido trabalhar. - Eu estava doente. - O que você tem ? - Hepatite. - E veio no cinema contaminar as pessoas ?
2 mulheres. - Não fala nada para ele, não. - Ih, mas parece que ele já sabe de tudo... - Mesmo assim, não confirma a história. - Pode deixar, eu não falo nada.
1 casal . - Vai desligar o seu celular ? - Não, vou deixar no vibracall - E se tocar ? - Eu atendo baixinho.
Outro casal . - Você viu quem era ? - Neste cinema vem um monte de gente famosa. - É mesmo ? - Outro dia eu vi aquele cara que faz novelas. - Que novela ? - Não lembro o nome, mas sei que ele é famoso.
2 amigas dentro do cinema. - Eu não enxergo de longe. - Você não usa óculos ? - Uso, mas não gosto da armação.
1 casal falando com outro casal. - Dá para vocês pularem 1 poltrona ? - Esta poltrona está quebrada. - Obrigado. - Nossa, por que você mentiu ? - Eu queria ficar sozinho com você.
3 adolescentes chatas no teatro. - rrrrrrrrrrr. - Psiuuuuuuuuuu - Kkkkkkkkkk - Psssiuuuuuu - Rsrsrssrrrrr - Psiuuuuuuuu.
Escrito por Duilio Ferronato às 08h47
SEU PRÓPRIO NEGÓCIO 4.
YAKISSOBA.
Agora você não tem mais desculpas para ficar reclamando da falta de $$$.
Nem precisa deixar seu emprego. Descobri de fonte limpa que os fiscais da prefeitura trabalham muito menos nos finais de semanas e feriados. Então você pode manter seu emprego e ainda montar uma barraquinha de yakissoba. Pode ser em feiras, eventos, saída do cinema, saída do teatro ou até na esquina da Consolação com Al. Santos na sexta à noite. Fica lotado de gente.
O custo é baixíssimo para o investimento inicial. O fogão e a panela você pode comprar numa dessas lojas da Av. Celso Garcia, os pratos e garfos descartáveis na 25 de março. Os ingredientes em qualquer feira ou super mercado.

Eu fiz umas continhas e cheguei a conclusão que se você vender pelo menos 100 pratos, você vai lucrar de 200 a 400 reais extra.
Quanto você ganha por dia no seu emprego ?
A Rita Atrib sempre manda uma versão mais chique, para você poder vender na Oscar Freire ou fazer em casa para amigos finos.

Yakissoba Ingredientes: 150g de acelga cortada em tiras 250 de couve flor em floretes 250g de brócolis em floretes 200g de cenoura fatiada 200g de ervilha torta em fatiada 200g de cebola em fatiada 150g de cogumelos paris fatiados 150g de shitake sem os talos 300g de filé mignon cortado em tiras 300g de peito de frango cortados em tiras 2 colheres de sopa de manteiga 100ml de óleo de soja para fritar o macarrão 500g de macarrão para yakissoba sal, alho e pimenta do reino à gosto para temperar as carnes molho 25g de açúcar 120ml de saquê 200ml de shoyo 1 colher de café de aji no moto 1 colher de sopa de óleo de gergelim 1 colher de sopa rasa de maisena

Modo de preparo: Tempere o frango e a carne com um pouco de sal, alho e pimenta do reino, e deixe por pelo menos 30 minutos. Faça o molho levando todos os ingredientes ao fogo, exceto a maisena. Quando estiver fervendo, acrescente a maisena já dissolvida em água fria e mexa bem até engrossar um pouco. Reserve. Escorra em água fervendo a couve flor, o brócolis, a cenoura e a ervilha torta.Reserve. Salteie a cebola na manteiga e em seguida as carnes. Quando estiverem quase no ponto, acrescente os cogumelos e, quando estes começarem a murchar, acrescente os legumes escaldados e a acelga. Mexa bem e apague o fogo. À parte, frite o macarrão em óleo de soja bem quente até ficar crocante. Em uma travessa colocar o macarrão, em seguida as verduras e as carnes, e por fim o molho quente. Sirva imediatamente. Rendimento: 5 pessoas
Escrito por Duilio Ferronato às 09h57
CONVERSA COM ADI.
Sábado à tarde, depois de um passeio pela Pinacoteca, fui com 2 amigos almoçar num restaurante de comida judaica. O dono do restaurante passava em todas as mesas e conversava com todos os clientes. Peguei o cartão do restaurante e fiquei imaginando como seria gravar uma conversa com ele. Liguei e fui falar com ele.

DF – Por que vocês escolheram o Brasil para morar ?
ADI – Meus sogros já tinham vindo antes de nós, e um amigo do meu sogro antes ainda. Um foi chamando o outro e viemos. Eu já estou aqui há 20 anos. Vim gostei e aqui vou ficar até me aposentar. Lá em Israel eu não via mais esperanças da guerra terminar. Aquela guerra não termina nunca. Os americanos e ingleses e outros ficam mandando cada vez mais armas para os dois lados. Aí não acaba nunca. Eu não queria que meus filhos crescessem com essa expectativa de ter que ir para o exercito. Exército pode até ser bom para educar um homem, mas se tem que ir para a guerra, acaba com toda a vida dele. O trauma é muito grande.
DF – Quando eu morei em Israel tive alguns convites para ir para o exercito, lá todo mundo tem que servir. Valeu a pena servir o exército ?
ADI – Eu servi em alguns lugares, mas foi uma experiência que me fez mudar totalmente o entendimento da vida. Lá eu sempre ficava pensando que havia alguma coisa errada e não sabia o que era. Quando você fica só seguindo os passos dos seus ante-passados sem ter uma idéia original, é porque tem alguma coisa errada. Eu sou uma pessoa que já nasceu com 3000 perguntas por dia. E aqui no Brasil, aprendendo português, fui ler as poesias de Fernando Pessoa e outros poetas. Na poesia você pode encontrar resposta para quase tudo. E com certeza na guerra você não encontra nada. Lá eu trabalhava numa metalúrgica e tinha um cargo de chefia, resolvi sair de lá e começar uma vida nova aqui com minha esposa e meus 2 filhos.
DF – Essas guerras urbanas, que temos aqui, não te dão medo ?
ADI – Aqui as pessoas também têm motivos de sobra para protestar, mas a vida é mais fácil de se adaptar. Eu gostaria é claro que as pessoas saíssem mais para protestar dos problemas políticos, da pobreza e todas essas coisas. Se não saem nas ruas as coisas não melhoram. Falta um pouco mais de movimento na juventude, mais vontade de melhorar. Tanto da parte da população como do governo. Se o governo fica cuidando só de questões imediatistas e o povo cada 1 cuidando só dos seus interesses o futuro não acontece. O que acontece é que assim condenamos o futuro a uma situação ainda pior.
DF – Você acha que aqui a religião é tão influente como é lá ?
ADI – Eu não posso ser um homem religioso porque acho que a base de quase todas as religiões é a rejeição. Primeiro você tem que rejeitar as outras religiões e isso é um primeiro passo para começar a odiar. Eu não quero odiar ninguém, quero viver em paz e não quero rejeitar ninguém. Eu como judeu amo os árabes, brasileiros, argentinos e todo mundo. Se você leva uma vida religiosa você tem que se fechar em um grupo, e viver em um grupo já é se separar . Ficar fechado. A Grande obra de Deus foi sempre isso. Manipular. O nome de Deus é sempre usado para manipular pessoas e isso eu não gosto. A falta de educação que o governo joga os brasileiros é um jeito de manipular mais fácil. Um jeito bom de manipular é não dar educação e deixar as religiões dominarem.

DF – Mas os guetos judeus ainda existem, mesmo aqui no Brasil.
ADI – Sim, meus pais eram da Bulgária e foram para Israel. Mas eles sempre viveram em guetos. Tinham uma vida fechada no pequeno circulo judaico. Aqui apesar de viver em comunidade não é como um gueto. As pessoas estão todas juntas. Meus vizinhos são coreanos, baianos, italianos e muitos outros. Não é um gueto é mais aberto. Eu não posso viver num gueto porque quero enxergar o mundo como uma coisa mais ampla, não um pedaço.
DF – Aquele pedaço de terra lá no oriente médio vale a pena brigar ?
ADI – A solução seria jogar todas as armas no mar e todos saírem para dançar juntos. Israelenses, árabes, palestinos e todos outros... São todos dominados pelo medo e ódio. O mundo anda para frente e não para trás. Tem que deixar o passado para trás e seguir para frente. Então o único jeito de andar para frente é deixar as armas no mar. E sair para dançar. Uma vida mais feliz.
continua...
Escrito por Duilio Ferronato às 13h49
continua...

DF – Quem inventou isso que árabe e israelense deveriam ser inimigos ?
ADI – Olha inventar um inimigo é muito vantajoso quando você quer manipular uma população. Imagina que você tem uma idéia e depois ninguém te segue. Mas se você inventa um inimigo... várias pessoas vão te seguir para apoiar aquela idéia. Então o controlador quer ter inimigo. Sem inimigos não tem aliados. É uma coisa das cabeças dos governantes. O povo mesmo não precisa de inimigo.
DF – Como é ter mais idade ?
ADI – Isso é uma pergunta ... Sabe ? todo ser humano é fruto de um lar, e desse lar você leva as informações para formar um outro lar. Então com o tempo você vai aprendendo a levar mais coisas boas. Claro que têm pessoas que fazem o contrário, mas as que vão avançando na evolução vão entendendo que a idade é uma ferramenta do tempo. E tudo depende do que você faz com seu tempo. O seu tempo livre por exemplo você pode preencher com coisas boas ou ficar só deixando passar. Eu tenho dedicado meu tempo livre a fotografia. Agora estou aprendendo a mexer no photoshop e a manipular minhas fotos. Estou pintando as fotos. Já fiz uma exposição na Hebraica e vou fazer outras. Mas essa entrevista vai sair onde ? Você não vai falar de restaurante ?
DF – Vai sair num blog da Folha On Line.
ADI – On Line quer dizer só na internet ?
DF – É por enquanto só na internet. Mas ela fica lá por muito tempo, acho que até o dia que me colocarem na rua ou eu arranjar um empregão desses de 40 mil.
ADI – É 40 mil é um empregão mesmo. E para que um jornal se interessa por essas entrevistas ?
DF – O Blog gera leitores e os leitores atraem anunciantes... ficam vários anúncios em volta dos blogs, as pessoas nem se dão conta que ali tem tantos anúncios, mas eles estão por toda parte.
ADI – É estão sempre vendendo alguma coisa ou ideologia.
DF – Foi muito bom conversar com você...
ADI – E você também, volte mais vezes aqui. É bom conversar com as pessoas que escutam. A maioria das pessoas não conversam porque já sabem de tudo.

Restaurante Shoshi - rua Correia de Melo, 206, Bom Retiro – f. 11- 228-4774.
www.megaphoto.com.br as fotos dele estão nesse site. Procure pelo nome Adi Baruch.
Escrito por Duilio Ferronato às 13h46
TEM QUE CHORAR.
MERCEDES SOSA

Mercedes emocionou,
Mercedes cantou lindamente,
Mercedes dançou com as mãos, com os olhos e com um sorriso lindo,
Mercedes falou num portunhol maravilhoso,
Mercedes soava poesia o tempo todo,
Mercedes deixou uma moça chatinha cantar com ela,
Mercedes fez os músicos tocarem como quem toca para uma diva,
Mercedes deixou aquela sensação ...
Mercedes agora vai ficar no pensamento por dias e dias...
Escrito por Duilio Ferronato às 01h02
PONTO DE ONIBUS.

Por que o ônibus demora mais de meia hora para passar ?

E quando chega ! Chegam 2 juntos ! Dá vontade de falar um monte para o motorista, mas fico com vergonha.
Escrito por Duilio Ferronato às 22h36
NA ESTAÇÃO DE TREM DO BRÁS.
Dentro da estação tem um posto da Telefonica que vende no máximo 5 cartões por pessoa. Então os camelôs ficam do lado de fora pedindo para você entrar lá e comprar 5 cartões para eles. Eu fui e comprei 5 de 20 unidades para um deles. Depois encostei ao lado dos orelhões e fiquei ouvindo conversas. Quase todos os usuários dos telefones públicos tinham celulares que consultavam como agenda.

Descontrolada gritando. - o PC não entra na sala de bate papo sozinho. - .... - Se não foi você, quem foi ? - ... - Você é um cafajeste, bastou eu virar as costas e olha o que você fez ? - ... - Eu vou mandar desligar a internet hoje.
Outra meio alterada. - Meu pai não tem obrigação de sustentar ninguém. - ... - Pois é ! - .... - Pra ele é fácil essa situação. - ... - Eu vou falar com o juiz e quero ver o que ele diz. - ... - É obrigação dele.

Um senhor aos berros. - Oi ? - ... - Tá me escutando ? - ... - Oi ? - ... - Fala mais alto.
Um dando bronca em alguém. - Ainda tá aí ? - ... - Eu estou aqui te esperando há mais de 40 minutos. - ... - Tenha dó. Isso não é serviço de homem! Vem pra cá ligeiro.
Uma amiga dando conselhos para a outra que estava tentando falar. - Diz para ele que você só vai se estiver pronto. - Eu só vou se estiver pronto. - ... - Que você só paga quando ele entregar. - Eu só pago quando você entregar. - ... - Que ele prometeu para a semana passada. - Você prometeu para a semana passada. - ... - O que ele disse ? - Que está pronto.
Um senhor gritando. - Quem é ? É o Cabral ? - ... - Diga para ele que é o Amaral de Congonhas. - Alô ! É o Cabral ? - ... - Saiu é ? Mas como é isso que ele sai toda vez que eu ligo ? - ... - Diga a ele para me ligar, que eu já liguei muitas vezes. - ... - Marca rápido aí, que eu tô com poucas fichas.
Uma garota de vestido apertado. - Amanhã eu ligo para ele. - ... - Agora estou indo para casa, não dá para ligar. - ... - Ele só tem celular e eu ligo lá da firma. - ... - Podê, não pode. Mas eu ligo da mesa do gerente.
Um rapaz com sotaque nordestino. - Quando quiser sair daí, saí. - ... - Tô aqui no Brás, comprei 2 mas não sei se vai servir. - ... - Não, não podia provar. - ... - Comprei na rua. - ... - Um monte de coisa feia da porra.
Um rapaz nervoso. - Você nem é louca de fazer isso. - ... - Vamos conversar. - ... - Então vá a merda.
Um moço dando palpite na conversa da moça. - Manda chamar o cara. - Fala você então. - Mas o problema é seu. - Se é meu, por que você fica dando palpite ?
Um adolescente. - Qual o celular dele ? - ... - Não tem ? Todo mundo tem celular. - ... - Perdeu ? Então fala para ele me ligar urgente.
Escrito por Duilio Ferronato às 22h37
RECEITA DA VÓ NANA.
Minha avó Maria ainda é viva e mora lá em Avaré.
A outra avó Calixta tinha uma casa lá em Cerqueira César e outra aqui em São Paulo. Ela morreu quando eu tinha 8 anos. E eu nem lembro direito das casas dela, mas das cozinhas eu lembro muito bem. Ela ficava lá o tempo todo, fazendo doces, bolos, comidas e eu ficava experimentando tudo. Ela adorava me contar história da infância dela enquanto cozinhava. As duas cozinhas tinham em comum um grande fogão com panelas grandes. Ele teve 5 filhos e sempre cozinhava para muita gente.
A minha amiga Regina Ricca, que também é descendente de italianos e uma família parecida com a minha, me mandou uma foto e receita da avó dela.

Arroz de forno da vovó Nana.
É daquelas receitas bem antigas mesmo, de família. Desde pequenininha me lembro da gente comendo esse arroz na casa da vovó Nana (sem acento). Depois eu e meus irmãos, o Jorginho e a Flávia, os três únicos netos dela, podíamos nos fartar de sonho de valsa e guaraná caçulinha que ficava num armário, lá na casa dela. Ah, e depois também eu e a Flávia podíamos pegar os vestidos dela, os sapatos de salto, a porcelana e os cristais (acredite se quiser) pra brincar...Ela deixava, imagine!
2 xícaras de arroz 1 colher de azeite 1 cebola média 1 folha de louro sal a gosto
meio quilo de patinho bem magrinho moído 1 cebola média 2 cabeças de alho picadas salsa manjericão pimenta do reino 1 colher de farinha de rosca sal a gosto 4 colheres de azeite para fritar 1/2 kg de tomates bem maduros picadinhos 1 xícara de muzzarela ralada
Doure o arroz no azeite com uma cebola e o louro por uns 2 minutos. Acrescente 4 xícaras de água, sal, e deixe-o cozinhar normalmente, até que fique soltinho.
Em uma tigela grande, acrescente a carne moída, tempere com sal a gosto, pimenta do reino, a cebola, o alho, a salsinha e uma colher de farinha de rosca para dar liga. Faça pequenas bolinhas de carne e frite-as em 2 ou 3 colheres de azeite em uma panela funda. Reserve-as. Na mesma panela, acrescente mais azeite (se precisar), doure o alho, ponha os tomates picadinhos e as folhinhas de manjericão. Corrija o sal e coloque as porpetinhas fritas de volta à panela. Deixe o molho tomar gosto por meia hora.
Em uma fôrma refratária coloque uma camada de arroz e o molho com as porpetinhas. Faça outra camada de arroz e ponha o molho restante. Salpique com a muzzarela ralada e leve ao forno por uns 10 minutos para derretê-la. Sirva com salada verde.
Escrito por Duilio Ferronato às 17h15
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